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Crianças "mal comportadas": o que há por traz disso?


Muitas crianças são rotuladas de “mal educadas” e isso, de saída, já culpabiliza e sentecia os pais. Será que eles são realmente culpados? Será que há culpados?

O que sabemos é que pais, filhos e família sofrem com tanta impotência e frustração. Não compreendem o que estão fazendo de "errado": "Educo os meus filhos da mesma maneira, mas o mais novo é muito difícil".

Não há dúvidas de que a forma com que se educa interfere intimamente na postura de uma criança. Mas, quando ampliamos um pouco mais nossa visão para o que pode estar por traz desses comportamentos, em inúmeros casos, podemos identificar certos padrões de repetição que ocorrem na família. Ou seja, aquele comportamento lembra alguém da família, da mesma ou de gerações passadas. E isso chama a atenção para algo que pode ser Sistêmico!

De acordo com Bert Hellinger, “o chamado mau comportamento é amor por alguém que foi excluído nesse campo”. Esse campo referido é o sistema familiar, onde ninguém se perde. De acordo com essa Lei Sistêmica (Lei do Pertencimento), alguém que foi excluído, rejeitado ou esquecido em tempos passados continuam em ressonância conosco e se fazem notar no presente. Ou seja, continua agindo ou atuando no hoje até que esse excluído seja olhado, aceito e reinserido no seu lugar por direito. E geralmente o mais novo membro da família, que está a serviço do seu sistema e dos que vieram anteriormente, por ressonância, representa tal excluído.

Bert recomenda, em relação à criança que, “ao invés de olhar com preocupação e tentar mudá-la” (o que não leva a nada, já que forças maiores estão em ação), “olhamos com essa criança para o campo ao qual pertencemos, para esse campo espiritual, até conseguir, sob a orientação dessa criança, olhar para onde a pessoa excluída está à espera de ser vista e acolhida de volta em nossa alma, em nosso coração, em nossa família (...).”

O filósofo ainda lembra que todas as crianças são boas e que devemos olhar com amor para onde elas olham. Assim que olharmos com amor para onde elas olham e acolhermos em nosso coração o que se mostra, a criança fica aliviada, o excluído fica em paz. E então a criança fica livre dessa identificação ou emaranhamento porque a mensagem já foi entendida e atendida.

A Constelação Familiar é uma ferramenta que acessa o campo do sistema familiar e pode auxiliar na compreensão dessa dinâmica oculta e então tomar os próximos passo para sanar ou resolver a questão. A partir desse novo olhar, pais e educadores terão novas posturas em relação à criança. Ela, por sua vez, percebe que cumpriu sua tarefa e segue seu desenvolvimento.


Quer olhar para algo? Constele! E mude sua postura com o outro e com o mundo.





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